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domingo, 3 de julho de 2011
CURANDO AS CHAGAS
Estou deixando de ser pastor
Já conheci outros profissionais que abandonaram seus ofícios, tanto por encontrar a sua verdadeira vocação, como por desencanto com o seu desempenho, por excesso de trabalho, ou até mesmo por má administração da vida e das oportunidades. Mas o que você sentiria se ouvisse de alguém que deixou de ser pastor?
Eu tenho conhecido alguns que o deixaram. É claro que não me refiro aos aposentados, aos que o fizeram para um descanso temporário ou recuperação física. Refiro-me àqueles que, mesmo permanecendo na liderança, agora são administradores de Igreja e não pastores; àqueles que são pregoeiros da auto-ajuda e não pastores; são animadores de auditório, mestres de cerimônia em eventos, promotores de festas religiosas, estrategistas de marketing de crescimento de Igreja e não pastores. Conheço ainda alguns que deixaram de ser pastor, porque pastor é quem pode ser imitado pelas ovelhas; deixaram de ser pastor, porque sua prioridade não foi o amor a Cristo e ao rebanho.
Seria melhor ouvir: deixo de ser pastor segundo as minhas forças, limitado pelas minhas mediocridades, ambicioso pelos recursos que possa auferir, relapso por minhas ovelhas. Seria melhor ainda que deixássemos de exercer um pastorado voltado para nossos interesses, nossas vontades apenas, ou até mesmo um pastor dito democrático, que viva para atender simplesmente a vontade da maioria das ovelhas e nos tornássemos o cumprimento da promessa de Deus: “E vos darei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com ciência e sabedoria” Jer. 3.15
Que cada pastor tenha coragem de orar: Senhor, não me deixe exercer o pastorado como me convém, quero ir além. Quero pastorear as tuas ovelhas, e agir segundo o teu coração. Faze de mim esse pastor. Amém.
Pr. Nilson Gomes Godoy
Pastor da Segunda Igreja Batista de Nova Friburgo/RJ
Pastor da Segunda Igreja Batista de Nova Friburgo/RJ
Extraído de: ADIBERJ
Os incomodados que mudem o mundo em que vivem
Celebridade, segundo o “Pai dos burros”, define o indivíduo que “tem grande nome, conceituado, notável ao longo de sua existência”. São inúmeras Celebridades ao longo da história e, também, nos dias atuais, embora a maioria prefira viver à sombra, longe dos holofotes e da glória fácil. Filantropos Anônimos, Educadores e tantos outros que passam ignorados pela mídia; só quando falecem, ou nem mesmo assim, descobrimos o valor e a abrangência de suas obras, atitudes, condutas e posturas. Não visitaram àquela Ilha Particular da Revista que só convida os “célebres”. Eles não foram notícias na telinha e quiçá “tiveram seus 15 minutos de fama”. Superficial como nunca, a mídia adotou um novo significado para a palavra celebridade: independente do feito, basta ser “flagrado” por alguns segundos pelas câmeras poderosas.
Célebres são “Mulheres Frutas”, “Modelos” ou “Ex-BBB” que se tornou na última década, isso mesmo há dez anos, uma profissão rentável, mesmo que seus raciocínios sejam menores que uma ervilha. Circulam à noite e têm incrível faro para flashes e microfones. Quando “entrevistados” emitem opiniões que contribuem ainda mais para o empobrecimento do conhecimento geral. Óbvio, como em todas as situações, sempre existem as exceções, representadas nesse caso por aqueles, com um pouco mais de QI (Quem Indicou!), viram “repórteres” ou apresentadores. Há até quem chegue ao estrelato, com sucesso relativo como ator ou atriz (que Ney Latorraca ou Fernanda Montenegro, entre outros não leiam este texto).
E assim caminha esse universo de nulidades e futilidade, injetado por muito merchandising e contribuição zero à cultura nacional.
Sugiro a adaptação do velho e sábio conselho “os incomodados que mudem o mundo em que vivem”.
Extraído do Blog do Bem
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